Caro colega, você provavelmente tem acompanhado a evolução dos produtos e avanços tecnológicos na batalha contra inimigos invisíveis como vírus e bactérias, hoje mais do que nunca, tão presentes em nosso dia a dia.


A TNS tem o compromisso de atuar incisivamente no combate a esses microrganismos, através do lançamento de produtos inovadores como, por exemplo, o PROTEC-20.


É importante conhecer algumas noções básicas de orientação, regulamentos e diretrizes que se aplicam a estes produtos.


Por isso, gostaríamos de compartilhar com você este material, com objetivo de auxiliar o setor de marketing de sua empresa. 

Boa leitura!

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História dos Antimicrobianos

A utilização da prata como agente antimicrobiano inicia-se em tempos remotos e carrega em sua história ampla aplicabilidade quando manipulada e estruturada em forma de sais, soluções ou partículas.


A utilização de antimicrobianos na forma de nanopartículas começou a ser melhor compreendida, testada e difundida, mostrando-se inclusive um antimicrobiano mais eficaz do que as soluções aquosas coloidais de prata.

Devido a possibilidade da incorporação da nanoprata em diversas matrizes (bandagens, máscaras, plásticos, revestimentos para materiais cirúrgicos, espumas), a utilização da mesma tem se expressado como uma alternativa lógica para diminuir e evitar as contaminações bacteriológicas que podem levar a infecções generalizadas em ambientes hospitalares.


Os antimicrobianos a base de prata ainda formam um campo extenso a ser estudado e são fonte de inúmeras oportunidades para o crescimento desse setor. A cada produto inovador lançado no mercado, há cada vez mais opções para o controle e mitigação dos microrganismos, incluindo superbactérias e outros patogênicos. Ainda assim, o portfólio de produtos TNS possui além da tecnologia da nanoprata, outros compostos nitrogenados e óxidos de diferentes naturezas.

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Produtos TNS


A TNS conta com um vasto portfólio de produtos com o objetivo de levar ao mercado aditivos antimicrobianos realmente eficientes para cada necessidade, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade e tecnologia validada frente a diferentes normas reconhecidas internacionalmente como AATCC 100, JIS Z 2801, ASTM E 2149 e agora a ISO 18184.


A verificação da qualidade de um aditivo antimicrobiano, seja ele antiviral, antifúngico ou antibacteriano, deve ser feita utilizando referências como essas, pois assim garante-se o desempenho esperado, visto que muitas legislações podem ser permissivas quanto ao uso dessa categoria de aditivos biocidas.


A TNS não produz e comercializa medicamentos ou saneantes, mas sim aditivos que tratam produtos tais como tecidos, cerâmicos, revestimentos, entre outros, e entregando ao consumidor final um atrativo a mais em seu produto.

Apesar disso, é importante garantir que o cliente receba a funcionalidade que estará sendo veiculada, portanto a comprovação através de testes de eficácia mais uma vez se mostra importante.


Ao incorporar materiais que oferecem benefício antimicrobiano em seus produtos, as marcas precisam saber quais reivindicações podem e não podem legalmente fazer em relação ao produto final, assim como aderir a todas as leis relacionadas à comercialização desses produtos para proteger o consumidor.

Os mercados ao redor do mundo possuem diferentes diretivas com relação a esse assunto.


Vamos tomar o caso da Europa como exemplo:

Para a comercialização de um produto antimicrobiano na União Europeia, ele deverá seguir as diretivas da Regulamentação de Produtos Biocidas (BPR/REACh). Ao ser adicionado de uma substância ativa antimicrobiana, o novo produto poderá ser classificado então como artigo tratado ou produto biocida, de acordo com os claims aplicados na sua embalagem e campanha de marketing.


É importante sempre avaliar questões de legislação internacional caso a caso, e nós da TNS disponibilizamos o conhecimento de nossa equipe para auxiliar nesse processo.


As reivindicações do marketing devem se limitar à proteção do "artigo tratado" e não além da proteção do produto acabado em si - a não ser que, em raros casos, testes sejam realizados para comprovar a capacidade terapêutica e medicinal daquele material.


Essas regras que cobrem reivindicações de marketing são aplicáveis ​​a embalagens, publicidade, comunicação escrita e verbal, sites e outras formas de mensagens que declarem ou implicam recursos antimicrobianos.

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Princípios básicos das diretrizes de Marketing


Aqui estão os princípios básicos das diretrizes de marketing que as empresas que fabricam produtos com propriedades antimicrobianas precisam saber:


• Nem todo tipo de aditivo é permitido para todos os mercados. A TNS possui um portfólio alinhado com as legislações internacionais mais restritivas, como REACh e RoHS. Ainda assim, o mercado de produtos para contato com alimentos (como embalagens) por exemplo, impõe restrições que devem ser observadas na escolha dos compostos antimicrobianos empregados, atrelado a importantes validações a serem realizadas (como ensaios de migração).


A reivindicação deve se limitar à proteção ou preservação dos acabados.


• As reivindicações não podem ser uma reivindicação não qualificada de atividade "antimicrobiana"; a proteção antimicrobiana deve estar ligada ao acabamento.


• A comunicação deve ser feita de forma clara e precisa, sempre utilizando-se dos termos mais apropriados para a aplicação. O termo “antibactericida”, por exemplo, está incorreto, e nem sempre “mata 99,9% das bactérias” é a melhor forma de se comunicar com seu mercado.


• A reivindicação não pode implicar ou referir-se a microrganismos específicos relacionados à saúde (por exemplo, SARS-CoV-2 ou MRSA), pois são definidos como “importantes para a saúde pública".


• A alegação não deve declarar ou sugerir atividade geral ou de amplo espectro “germicida”, “antibacteriana” ou “bactericida”, pois remete a microrganismos relacionados à saúde pública. Sugere-se sempre referenciar, como notas de rodapé, os microrganismos utilizados nos testes que comprovaram a capacidade antimicrobiana.


Fonte: What Brands Need to Know About Antimicrobial Fabrics and Textiles (WALMSLEY, 2020).



Nosso produto Protec-20 ainda não tem sua ação testada diretamente frente ao SARS-CoV-2 ou H1N1. Sua ação virucida é confirmada para vírus modelos, considerados os mais resistentes em suas categorias: Adenovírus humano tipo 2 (respiratório, não envelopado) e Herpesvírus Humano tipo 1 (envelopado).


Nossa orientação é sempre de não atrelar o produto ao vírus mas sim na ação virucida-antiviral:

“Produto com ação virucida (ou antiviral)”.


• A reivindicação não pode se referir a proteção além do artigo final, como para proteção pessoal (por exemplo, "para proteção de pele, feridas, ou respiração"), esterilização, desinfecção ou sanitização.


• O nome da marca do produto não deve incluir termos indicativos de proteção contra microorganismos relacionados à saúde.


• Os gráficos usados ​​para apresentar o produto não devem incluir ou implicar proteção de importância à saúde pública e as reivindicações antimicrobianas não devem ter destaque sobre outras reivindicações normais do produto, especialmente nos casos onde a atividade antimicrobiana será veiculada em um artigo tratado, em vez de um produto biocida (BPR/REACh).


ATENÇÃO: Os laudos de performance antiviral apresentados pela TNS foram gerados por instituições independentes a partir de amostras fornecidas pela empresa. Estes laudos tem o propósito de comprovar a eficiência da tecnologia TNS junto ou não dos produtos industrializados com nossos aditivos. Nos reservamos ao direito de não permitir a reprodução parcial ou total dos laudos ou nomes de instituições provedoras dos laudos em questão, sem autorização prévia TNS.



Esperamos ter contribuído para uma melhor compreensão sobre o assunto.

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